quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

O assustador boom do Mister X. (by:Mister X The Pan American).

Como ainda sou pouco conhecido, fica ainda mais complicado, entender quais são os meus objetivos dentro da America. Os que me acompanham desde 2005, não compreendem como passei de um mísero artista regional, no final de 2013, para um artista que representa todo um continente. Estou assustando muita gente! 

Em 2011, quando o Folha da Fenix foi lançado na Escola Estadual João Ribeiro da Silva, em Gonçalves, a minha carreira era apenas isso, me expressar através da escrita. Os rumos que minha carreira tomou após o final de 2011, se compilados, rendem um belo livro! Tudo começou com uma crise de identidade artística, a qual eu estava mergulhado naquele tempo. A crise começou em 2011, quando resolvi "emprestar" o sobrenome de um rapaz pelo qual era apaixonado naquela época, aquele tal de Henrique. Quando coloquei o sobrenome dele ao lado de "Mister X", abri os portões para todo tipo de turbulência. Perdi minha identidade artística nesse período, porém, nem tudo se resume a "gols contra". Foi no final de 2011, que eu tentei produzir meu primeiro documentário, que na época retratava o romance entre Xuxa e Ayrton Senna. Nascia aí, o padrão Mister X de qualidade, e inclusive, meu documentário "A Roleta", produzido no final de 2015, mostra esse padrão, onde começo o documentário com uma manchete, e após a introdução, os fatos começam a desenrolar. O mesmo padrão utilizado em 2011, na época daquela crise. Outro avanço, foi em 2012, em Março, quando criei minha primeira personagem de humor no YouTube, a Dita Cuja, que basicamente se tratava de uma senhora de 70 anos e com seu telefone móvel discutia com as telefonistas do SUS para tentar marcar um dentista. Esse personagem foi visto até mesmo por nada mais, nada menos, que Marlene Mattos, e me trouxe uma nova realidade, onde passei a ter maior acesso aos artistas brasileiros. Minha última e mais notória obra de 2013, foi o Museu da Pixar, um museu vistual que elaborei para divulgar as relíquias da Pixar Animation Studios. Mas aquele Mister X de 2012 não iria muito longe... ele precisava desmoronar, e tal qual o título do seu mais notório jornal, Folha da Fenix, precisaria renascer das cinzas. O Mister X que existe hoje, é resultado de 3 etapas que foram muito difíceis de serem suportadas: 

1-TOMBO GERAL E A GRANDE DEPRESSÃO DE DEZEMBRO DE 2013. 
2-RENASCIMENTO ARTÍSTICO "COLOR EST E PLURIBUS UNUM", DE JUNHO DE 2014. 
3-POLÊMICAS DO FINAL DE 2014. 

Precisei tombar como Mister X, no final de 2013, quando entrei na minha pior depressão, e minha marca por muito pouco não morreu. Após essa falência terminar, e eu me recuperar da grande depressão, foi o momento de arregaçar as mangas e botar a mão na massa. Em Junho de 2014, emprestei o lema E Pluribus Unum, dos Estados Unidos, pois vi no lema, uma grande semelhança com meus potenciais artísticos. O lema simboliza a pluralidade, "Muitos dentro de um". Foi a época do renascimento. E um pouco depois do renascimento, veio a Era das Polêmicas. Polêmicas que nem precisam ser lembradas aqui, mas que renderam recordes de visualizações do meu extinto Blog "Só na America Latina". Em Fevereiro de 2015, nascia em grande estilo o novo Mister X, agora Pan-Americano. Um artista ímpar, mas muito plural, que escreve, desenha, canta, atua, e edita, tudo em prol da America. Um artista que está pouco a pouco resgatando o elo entre a America Latina e a America Anglo-Saxônica, um elo perdido na década de 1970, e que é de suma importância para que a America recupere sua identidade continental plural e pujante. Esse sou eu... um pouquinho da America, em um só artista. Espero que com o tempo as pessoas me aceitem no mercado e juntem-se a mim, levantando a bandeira do Eurekismo e somando boas ideias na minha revolução pan-americana! Isso é tudo pessoal! 

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